Antes de conversar

Perguntas frequentes

Reuni aqui as perguntas que mais aparecem nas primeiras conversas, com as respostas que eu daria pessoalmente. Algumas delas são sobre o que eu faço, e outras são sobre o que eu não faço, porque saber onde a linha passa costuma ser mais útil do que uma lista de promessas.

O que a Zyllah faz

O que vocês fazem, exatamente?

Eu construo e opero a presença digital de profissionais de saúde. Na prática, isso significa cuidar da identidade visual, do site, das publicações e do atendimento automático no WhatsApp, sempre dentro das regras de publicidade do seu conselho de classe.

O que se contrata aqui é o sistema inteiro funcionando junto, e não peças soltas, porque identidade, conteúdo e consistência só produzem efeito quando foram construídos com a mesma lógica.

Para quais profissionais vocês trabalham?

Para profissionais de saúde com registro em conselho, atendendo em consultório próprio ou clínica pequena: medicina, odontologia, psicologia, enfermagem, nutrição, fisioterapia e biomedicina, entre outras.

A razão de eu me concentrar em saúde é a regra. Publicidade médica tem vedações que não existem em outros setores, e uma agência que não conhece essas vedações coloca o registro do cliente em risco sem perceber.

Eu preciso aparecer em vídeo?

Ajuda muito, e existe caminho para quem não se sente à vontade.

Quando o paciente escolhe um profissional de saúde, ele está decidindo em quem confiar, e rosto e voz encurtam esse caminho como nenhum outro formato encurta. Por isso o vídeo é o centro do que eu faço.

Aparecer aqui tem pouco a ver com performance. Você responde perguntas que eu faço, uma de cada vez, como se estivesse explicando algo a um paciente na sua sala. Eu cuido do roteiro, do enquadramento e do que vem depois. Quem prefere começar devagar constrói primeiro a parte que não depende de câmera, e a gente avança no ritmo que for confortável.

E se eu não estiver perto de vocês?

Eu trabalho de duas formas, e as duas produzem o mesmo material publicado.

Na região serrana e nos Lagos do Rio de Janeiro, incluindo Nova Friburgo, Teresópolis, Bom Jardim, Cachoeiras de Macacu, Cabo Frio, Búzios, Rio das Ostras, Arraial do Cabo, São Pedro da Aldeia, Iguaba Grande e Araruama, eu vou até o consultório com câmera e iluminação e conduzo a gravação com uma pergunta por vez, sem texto para decorar.

Fora dessas cidades, a gravação é dirigida à distância: o celular fica no tripé e eu conduzo por chamada, ao vivo, enquanto você grava. Entre a ideia e o vídeo publicado existem sete etapas, que são o roteiro, a gravação, a edição, o corte em peças, a trilha, a legenda e a publicação. Seis delas são minhas nas duas formas de trabalho, e o que muda é apenas quem segura a câmera na sétima.

O que a Zyllah não faz

Vocês respondem os comentários e as mensagens diretas do meu Instagram?

Essa parte continua com você e com a sua equipe, e eu prefiro explicar o motivo.

Quem responde um paciente no direct precisa saber a agenda de verdade, o histórico daquela pessoa e o que foi conversado na última consulta. Isso vive dentro do consultório. O que responde sozinho, 24 horas por dia, é o WhatsApp: ele agenda, remarca, cancela, confirma a consulta um dia antes e responde dúvidas sobre endereço, convênios e horários. As mensagens que chegam pelas redes são encaminhadas para o WhatsApp do consultório, para que ninguém fique sem resposta.

Quem precisa de moderação de comunidade com volume combinado consegue desenhar isso à parte, e é uma conversa que eu tenho com prazer.

Vocês garantem o primeiro lugar no Google?

Não, e ninguém honesto garante.

Posição de busca depende de fatores que estão fora do alcance de qualquer fornecedor, entre eles a concorrência da sua cidade e os critérios que as plataformas mudam sem aviso. O que eu assumo por contrato é a execução: estrutura técnica correta, conteúdo respondendo o que as pessoas pesquisam antes de marcar, monitoramento no Search Console e relatório mensal mostrando a evolução real.

Vocês garantem quantos pacientes novos eu vou ter?

Também não, e aqui há uma razão a mais.

O número de pacientes depende da sua agenda, do seu atendimento e do mercado da sua cidade, de modo que prometer isso seria prometer o que não está na minha mão. Além disso, a maioria dos conselhos de classe veda promessa de resultado em publicidade, o que significa que uma agência que promete pacientes está sugerindo algo que pode responsabilizar você.

O que eu garanto é o processo, com prazo escrito para cada entrega e métrica aberta todo mês.

Vocês falam com os meus pacientes sobre sintomas ou tratamentos?

Nunca. O atendimento automático cuida de agendamento, remarcação, cancelamento, confirmação e informações do consultório. Quando o assunto é clínico, o sistema orienta a pessoa a procurar atendimento e avisa a sua equipe, sem opinar.

Comunicação de marca é comigo. Relação clínica é sua, e essa fronteira não se mistura.

Vocês usam inteligência artificial?

Uso, em duas partes do trabalho, e prefiro dizer quais.

O atendimento automático do WhatsApp funciona com um modelo de linguagem, e na produção a inteligência artificial me ajuda a pesquisar, organizar pauta e acelerar tarefa repetitiva de edição.

O que ela não faz é a parte que interessa ao seu paciente. A voz é sua, o rosto é seu, e nada vai ao ar sem a sua aprovação. Avatar, voz sintetizada e profissional que não existe ficam de fora por decisão de método, porque o paciente marca consulta com você.

Sobre as regras do seu conselho

O que eu posso e o que eu não posso publicar?

Depende do seu conselho, e essa é a parte que mais gera confusão, porque as resoluções divergem entre si no mesmo assunto.

O exemplo mais claro é o antes e depois. Na medicina, a Resolução CFM 2.336/2023 veda essas imagens. Na odontologia, a Resolução CFO 196/2019 permite a divulgação do diagnóstico e do resultado final, desde que a publicação seja feita pelo próprio profissional que executou o procedimento, com termo de consentimento assinado pelo paciente e com nome e número de registro na peça. Enfermagem, nutrição, psicologia e biomedicina têm regras próprias, e algumas proíbem exatamente o que outra autoriza.

Uma agência que aplica a mesma régua para todo mundo erra nos dois sentidos: proíbe o que você tem direito de mostrar, ou publica o que expõe o seu registro. Por isso a primeira coisa que eu faço é ler a resolução que vale para a sua inscrição, e toda peça passa por essa conferência antes de ir ao ar. Escrevi em detalhe sobre o que o CFM permite e proíbe na publicidade médica.

Se algo for publicado fora das regras, quem responde?

O profissional inscrito, e é justamente por isso que essa conferência existe.

O conselho fiscaliza quem tem registro, o que significa que uma peça irregular alcança você, e não a agência que a produziu. Manter essa régua é parte do serviço, e eu trato isso como obrigação, não como diferencial.

Peça que eu identifique como possível risco fica retida até você aprovar expressamente, mesmo que isso atrase a publicação.

Como funciona na prática

Quanto tempo isso vai tomar da minha semana?

Pouco, e isso é uma decisão de projeto.

Sua participação se concentra em um dia de gravação por mês, na sessão de fotos, na aprovação do calendário e em uma reunião mensal. Roteiro, produção, edição, legenda, publicação, site, indexação, atendimento e relatório ficam do meu lado.

O sistema foi desenhado para quem atende paciente o dia inteiro, e quem tem agenda cheia é exatamente quem mais precisa que a presença digital não dependa da sua disponibilidade.

Em quanto tempo eu vejo resultado?

Presença digital tem efeito cumulativo, e os primeiros meses constroem a base que o resto usa depois. Prometer uma data para o resultado aparecer seria inventar um número.

O que tem data é a entrega. O calendário do mês seguinte chega antes do mês começar, as publicações saem na frequência combinada, o relatório chega nos primeiros dias úteis e a reunião mensal existe para decidirmos juntos o que muda. Você acompanha o trabalho acontecendo desde a primeira semana, sem precisar confiar.

Como eu sei que o trabalho está andando?

Você confere, e isso é proposital.

Cada entrega tem data ou frequência escrita em contrato, o que permite perceber no mesmo dia se algo parou. Você recebe o calendário antes de o mês começar e sabe tudo o que vai ao ar antes de ir, acompanha as publicações durante o mês e recebe um relatório com alcance, crescimento e acessos ao site.

Vocês ficam com a senha das minhas redes?

Nunca. O acesso é permissão de gestor dentro das plataformas, concedida por você e revogável por você, sem depender de mim.

Senha pessoal não muda de mão em nenhuma hipótese.

E se vocês atrasarem uma entrega?

O contrato prevê crédito na sua fatura seguinte, em cláusula.

Atraso além do prazo de tolerância gera abatimento proporcional no mês seguinte, mediante aviso por escrito e prazo para correção. Coloquei isso no papel porque prazo sem consequência é intenção, e você merece um compromisso que possa cobrar.

Sobre o contrato

Quanto custa?

O acompanhamento começa em R$ 1.800 por mês, e existe também uma taxa de implantação, que cobre a identidade visual, o site e toda a configuração inicial. O valor final varia conforme o plano e conforme o trabalho ser presencial ou à distância, porque o que move o preço é o escopo.

O plano errado sai caro mesmo quando o número é baixo, e por isso eu prefiro recomendar depois de olhar o seu caso. Uma conversa de quarenta minutos costuma bastar, e nela o valor vai por escrito.

Se quiser o quadro completo antes de conversar, escrevi sobre o que define o preço de uma agência de marketing médico, com as faixas praticadas no Brasil.

O raio-X é mesmo gratuito? Onde está a pegadinha?

Não tem pegadinha, e a razão é simples: eu prefiro que você decida vendo trabalho meu, e não promessa minha.

O raio-X mostra o que a sua inscrição permite publicar, onde a sua presença some das buscas que trazem paciente e o que vale corrigir primeiro. O documento fica com você mesmo que a gente não trabalhe junto, sem contrapartida e sem compromisso.

O que eu ganho com isso é a chance de conversar com alguém que já entendeu o próprio caso, o que torna a conversa seguinte muito mais curta.

Por que existe prazo mínimo?

Porque presença digital leva meses para maturar, e um contrato curto entregaria a montagem sem o efeito dela.

O prazo mínimo protege os dois lados. Ele me permite planejar a operação e permite que você colha o que pagou para construir, em vez de perder o investimento da implantação no meio do caminho.

Se eu encerrar o contrato, o que fica comigo?

O logotipo, o manual de identidade, o banco de fotografias, os textos e o código do site passam a ser seus conforme cada entrega é quitada, e isso está em cláusula.

Continuam sendo meus a metodologia, os processos, os sistemas de automação e as ferramentas de produção, que são o que eu uso para atender todos os clientes. O atendimento automático é desativado no encerramento, e os dados dos seus pacientes são exportados em formato aberto para você, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados.

Eu já tenho alguém cuidando das minhas redes. Faz diferença conversar?

Faz, e sem nenhum compromisso.

Quem já mantém uma rotina de publicação construiu algo difícil, e a conversa costuma ser sobre o que está funcionando e onde o caminho do paciente novo se perde antes de chegar até você. Se a conclusão for que está tudo bem encaminhado, eu digo isso com a mesma clareza. Se a dúvida for de formato, comparei agência, freelancer e fazer sozinho em uma página à parte.

Raio-X gratuito

Ficou uma pergunta que não está aqui?

Me chame no WhatsApp e eu respondo pessoalmente. Se quiser começar vendo trabalho, o raio-X da sua presença digital sai sem custo e o documento fica com você de qualquer forma.

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